<font color=0093dd>Uma campanha de massas</font>
Jorge Cordeiro, da Comissão Política, intervindo no encontro, considerou a batalha das legislativas «tão importante quanto exigente». Exigente pelos objectivos, pelo «necessário esforço de esclarecimento e convencimento, pelas condições em que se realiza», destacou o dirigente do PCP. Exigente também, afirmou, porque «diante de nós temos uma campanha que torna praticamente coincidentes a tarefa de organizar a intervenção eleitoral, preparar os meios que a suportam, mobilizar a organização do Partido e desenvolver a acção eleitoral e o esclarecimento e convencimento do eleitorado». É exigente também, destacou, pela enorme desproporção de recursos – os orçamentos apresentados à CNE pelo PS, PSD e PP ultrapassam um milhão de contos.
Não sendo também possível contar com a «benévola cobertura informativa» – é desde já patente, recordou, os silenciamentos e deturpações a que as iniciativas e posições da CDU são alvo –, exige-se mais uma «intensa acção esclarecedora e de massas, assente no contacto directo, na proximidade aos trabalhadores e à população».
Esta será também, adiantou Jorge Cordeiro, uma campanha «desde logo chamada não apenas a esclarecer e divulgar as nossas propostas mas também a dar resposta ou a repor a verdade sobre as muitas, velhas e novas, mistificações que desde já por aí se erguem». Jorge Cordeiro afirmou que, estando desacreditado o «velho filme das bipolarizações», a campanha da CDU terá agora que responder à «não menos gasta ideia das maiorias absolutas como factor de governabilidade». E que será «chamada a recordar que nestas eleições se decide não a eleição de um qualquer primeiro-ministro mas sim a eleição de 230 deputados».
A campanha da CDU, realçou o membro da Comissão Política, será igualmente chamada a recordar que o voto «não deve ser decidido em função da mera resposta à pergunta de saber quem ganha ou qual o partido mais votado, «em detrimento que é a de saber quantos deputados é que cada partido elege, que maiorias se formam na Assembleia da República, e, sobretudo, que expressão política e forma eleitoral obterá o PCP e a CDU».
Mas esta campanha, lembrou, terá de assentar num «alargado esforço de esclarecimento que nos leve até onde as pessoas estão». Importante momento deste esclarecimento é a jornada nacional de propaganda que se inicia no dia 21 sob o lema «Mais votos na CDU, para mudar a sério».
Não sendo também possível contar com a «benévola cobertura informativa» – é desde já patente, recordou, os silenciamentos e deturpações a que as iniciativas e posições da CDU são alvo –, exige-se mais uma «intensa acção esclarecedora e de massas, assente no contacto directo, na proximidade aos trabalhadores e à população».
Esta será também, adiantou Jorge Cordeiro, uma campanha «desde logo chamada não apenas a esclarecer e divulgar as nossas propostas mas também a dar resposta ou a repor a verdade sobre as muitas, velhas e novas, mistificações que desde já por aí se erguem». Jorge Cordeiro afirmou que, estando desacreditado o «velho filme das bipolarizações», a campanha da CDU terá agora que responder à «não menos gasta ideia das maiorias absolutas como factor de governabilidade». E que será «chamada a recordar que nestas eleições se decide não a eleição de um qualquer primeiro-ministro mas sim a eleição de 230 deputados».
A campanha da CDU, realçou o membro da Comissão Política, será igualmente chamada a recordar que o voto «não deve ser decidido em função da mera resposta à pergunta de saber quem ganha ou qual o partido mais votado, «em detrimento que é a de saber quantos deputados é que cada partido elege, que maiorias se formam na Assembleia da República, e, sobretudo, que expressão política e forma eleitoral obterá o PCP e a CDU».
Mas esta campanha, lembrou, terá de assentar num «alargado esforço de esclarecimento que nos leve até onde as pessoas estão». Importante momento deste esclarecimento é a jornada nacional de propaganda que se inicia no dia 21 sob o lema «Mais votos na CDU, para mudar a sério».